terça-feira, 30 de agosto de 2011

Para quem vai fazer UFPB...


1.    Sobre o livro “Educação pela pedra”, de João Cabal de Melo Neto, não é correto afirmar que:
a)    São quarenta  e oito poemas escritos em duas estrofes que muito se assemelham a quadros pictóricos, visualmente considerados.
b)    O rigor composicional do poemas largamente difundido pela crítica nesse livro chega a seu ápice .
c)    Ao todo cada poema atinge dezesseis ou vinte e quatro versos. Todos os poemas do livro estão divididos em duas partes.
d)    O universo temático sempre tendo a ver com o Nordeste e suas paisagens.
e)    Se o lirismo representa, na poesia, a subjetividade, a valorização dos estados de alma da voz poética, e, como o termo indica, a resolução musical do verso, Cabral optará pela aniquilação do eu, pela observação desapaixonada da realidade e pelo verso de ritmo estrangulado, repleto de pontuação e elipses, em muitas composições.


2.    Avalie os itens abaixo sobre “Educação pela pedra”:
I.     Em nenhum dos 48 poemas da obra surge o pronome “eu”; é clara, portanto, a intenção do autor em fazer com que se sobressaiam, em sua poesia, os objetivos, os temas e as paisagens aos quais ele alude.
II.    A realidade agreste, com seu solo árido, seus cactos e nãos, será matéria de poema. O poeta cria apresenta poemas nos qual o leitor visualiza imagens descritas com linguagem, por vezes, metafórica.
III.  O estilo de Cabral receberá o influxo do meio e o firmará, através de um verso duro, que não se quer de fácil memorização nem se preocupa em ceder espaço ao entendimento imediato do leitor.

É lícito afirmar que:
a)    I e II são corretas.
b)    I, II e III são corretas.
c)    Apenas a III é correta.
d)    Apenas a II é correta.
e)    II e III são corretas.




GABARITO

1. D
2. B
Pintores realista-naturalistas

GEORGE CLAUSEN










GUSTAVE COURBET


COMENTÁRIO

              Os pintores realista-naturalista se destacaram por preocupar-se com um retrato fiel (verossimilhante) da realidade social de sua época (segunda metade do século XIX), principalmente no que se refere à vida do proletariado, que não tinha direitos trabalhista e padecia com a miséria fruto do crescimento acelerado das cidades europeias.